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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Entrevista para o Jornal O TEMPO.

O telefone toca. Atendo. É a reporter do Jornal O TEMPO querendo fazer uma entrevista comigo sobre a "geração Y" (mais basicamente a geração de jovens que adora os meios de comunicação). Aceitei o convite e então ela começou a me fazer milhares de perguntas. Dei a entrevista por telefone e em menos de 5 minutos tinha um carro escrito "imprensa" parado na porta da minha casa, era o fotógrafo do jornal querendo a foto perfeita para a matéria.

Ele entrou, foi atencioso, simpático e montou uma aparelhagem imensa de iluminação dentro do meu quarto. Fizemos as fotos em meia hora e ele foi embora gostando do resultado. Eu também havia gostado de tudo, afinal já era a minha segunda entrevista para o jornal e eu já tinha me familiarizado com todos eles.

Tudo parecia estar perfeito até a manhã de hoje, quando o jornal chegou nas bancas. Fui a primeira a sair divulgando a entrevista de boca-em-boca e achei legal ligar para o serviço do meu pai para que ele pudesse acompanhar o trabalho via internet. Pouco tempo depois ele me retornou a ligação dizendo que não gostou da entrevista, que a jornalista me julgou como "uma pessoa alienada".

É ai que entra a minha velha frase: "se não for para ajudar, por favor, não atrapalhe". Tudo bem que eu já deveria compreender que minhas conquistas nem sempre vão agradar á todos, (mesmo que seja uma pessoa na qual eu amo muito) mas eu também não precisava levar "um balde de água fria" por um trabalho que fiz com tanto carinho, por uma conquista minha.

O importante é que a entrevista foi dada e eu adorei o resultado, afinal eu não estou aqui para agradar a todos.

http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=157234,OTE&busca=Raissa%20Fernandes%20Cunha%20de%20Oliveira&pagina=1

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